Foi assim. Liguei pra Manucs e perguntei como chegava na Sonido. Ela mandou pegar um busu pra Barra, saltar na Igreja e atravessar a passarela.
- Passarela? Porra, Manu, não tem outro jeito não?
- Não.
- ...
- Colé, Milovisky?!
- Eu tenho pânico de altura, heuris.
- E quer morrer atropelada, é?
- Hum... Não tem um caminho alternativo?
- Não! Mas fique tranks que é mole. O problema é quando está ventando. A passarela balaaança que é uma beleza. Mas esse não é o caso hoje.
- Okein, okein.
E lá fui eu. Quando cheguei e comecei a subir a rampa, dei de cara com uma ventania daquelas. Ah! Os carros voando lá embaixo, a passarela se oferecendo compriiida - muito mais do que é na realidade - naquele balanço gostoooso - hehe - e o pensamento só: “Grrr! Vou matar Manuela!”
Naquela de ir ou não ir, avistei um guardinha do outro lado, mirei bem e comecei a correr em sua direção. Ufa! Foi até rápido. Olhei pra cara assustada do guarda: “Hehe! É que eu tenho medo de altura” e desci a rampa corajosa.
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2 comentários:
cada uma c/ sua fobia: vc tem medo de altura, eu tenho medo de avião. mas depois q consigo enfrentar o medo, fico me sentindo a pessoa mais corajosa do mundo. tipo assim, uma heroína.
seu blog tava meio parado, mas agora vc deu uma atualizada punk, hein? assim q é bom!
bjs!
Essa é minha amiga Milovski!!!!
Foi assim mesmo. Medo de altura tmb tenho, avião, mas vamos combinar que a passarela é moleza.
Mas se a história não fosse drrrammmática desse jeito... A Milóvski não seria o personagem principal dela.
bjs
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